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Projeção para PIB tem 2ª queda consecutiva para 2019, mostra Focus
28/01/2019
A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2019 teve a segunda queda consecutiva, agora de um crescimento de 2,53% para 2,50%, segundo a pesquisa semanal Focus, do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira com estimativas de economistas do mercado coletadas até o fim da semana passada.

Para 2020, o ponto-médio das estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro também recuou, voltando aos 2,50% de duas semanas atrás, após ter chegado a 2,60% na sondagem semanal anterior.

Entre o fim de fevereiro e o começo de junho do ano passado, a mediana das projeções para a economia brasileira neste ano ficou praticamente parada em 3%, patamar alcançado no fim de janeiro passado, de acordo com o levantamento sistemático do BC. Desde o fim do primeiro semestre, a estimativa permanece em torno dos 2,50%.

Inflação

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2019 teve leve ajuste para baixo, de 4,01% para 4%. 

Para 2020, o ponto-médio das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 4% (ponto em que já está há 83 semanas). Para os próximos 12 meses, a estimativa subiu de 4,02% para 4,03%.

Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial manteve-se em 3,9% para o fim deste ano e 4% no próximo.

O IPCA fechou o ano de 2018 em 3,75%, abaixo do centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) pelo segundo ano consecutivo.

Em janeiro, o IPCA-15, espécie de prévia da inflação do mês divulgado na semana passada, ficou em 0,30%, levemente abaixo da média das estimativas apurada pelo Valor Data junto a 30 consultorias e instituições financeiras, de 0,34%.

Taxa de juros

A mediana das estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2019 caiu de 6,75% para 6,50% entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo.

Entre os economistas em geral, o ponto-médio para a Selic no fim do ano manteve-se nos 7% que alcançou quatro semanas atrás. Para 2020, a taxa permaneceu em 8% nos dois grupos.

A ata da última reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), em dezembro -- quando a autoridade monetária manteve a Selic nos mesmos 6,50% em que está desde março --, afirma que a economia brasileira segue operando com alto nível de ociosidade dos fatores de produção, refletido nos baixos índices de utilização da capacidade da indústria e, principalmente, na taxa de desemprego.

O primeiro encontro do ano do Copom para discutir a taxa básica de juros acontece nos dias 5 e 6 de fevereiro.

Dólar 

As medianas das estimativas para o dólar no fim de 2019 foram mantidas em R$ 3,75 entre os economistas em geral e R$ 3,80 entre os que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo.

Para 2020, o ponto-médio das projeções foi mantido em R$ 3,78 tanto considerando o mercado todo quanto entre os campeões de acertos.

O dólar comercial fechou a semana passada a R$ 3,7620.
 
Fonte: Valor Econômico

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